Durante uma sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU em Genebra, a Comissão de Inquérito sobre a Ucrânia denunciou o uso sistemático de tortura por autoridades russas, tanto em áreas ocupadas da Ucrânia quanto em território russo.
Erik Mose, presidente da comissão, revelou novas evidências de que civis e prisioneiros de guerra têm sido vítimas de tortura, incluindo violência sexual contra homens detidos e estupros de mulheres em regiões sob controle russo.
Mose destacou que os casos de tortura documentados demonstram um padrão recorrente, sugerindo que essas práticas são vistas como "comuns e aceitáveis" pelas autoridades russas, agindo com "uma sensação de impunidade". A Comissão, formada logo após o início da invasão russa em fevereiro de 2022, já havia relatado anteriormente a generalização e sistematicidade desses atos de violência.
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