quinta, 23 de abril de 2026
17/08/2025   15:00h - Cinema

Pacificador retorna lutando com a responsabilidade de ser parte do novo DCU

Muita coisa rolou no mundo da DC, no cinema e na TV, desde o final da primeira temporada de Pacificador. A própria história estrelada por John Cena é parte dessa confusão e um dos pilares que sobreviveu ao fim antigo do DCEU.


Se a sopa de letrinhas entre DCEU e DCU só faz sentido para os fãs que querem discutir se Zack Snyder merecia uma nova chance ou se James Gunn vai reinar soberano no mundo de super-heróis pós-pandemia, a questão é que a história do personagem na HBO Max sempre foi do novo chefe do DC Studios. Cena foi destaque em O Esquadrão Suicida e ganhou o spin-off, que conquistou fãs com seu jeito desbocado, debochado e com todas as esquisitices que Gunn adora adicionar em suas tramas.


Entretanto, a segunda temporada de Pacificador, chega no momento em que o DC Universe acaba de florescer com Superman. Sucesso de público e crítica - colocando a empresa na frente da concorrência pela primeira vez em cerca de 20 anos nas bilheterias - o filme do Último Filho de Krypton estabeleceu o novo caminho e o que podemos esperar do trabalho de Gunn e Peter Safran na empresa. Mas como fica a história de Christopher Smith (Cena) no meio disso tudo? As ligações com os heróis do universo antigo ao final do primeiro ano? O roteiro de James Gunn é muito sagaz ao explicar em 2 minutos o que aconteceu na temporada passada, reorganizando as ideias para dentro do novo DCU e deixando Smith e seus companheiros livres neste novo universo. Com duas linhas de roteiro, as brigas e teorias dos fãs são resolvidas da forma mais simples possível. E isso está longe de ser errado. 

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