Após os cortes do governo de Donald Trump suspenderem as atividades da OIM, a agência da ONU para migrantes, a organização retomou parcialmente suas atividades no Brasil nesta semana, para o alívio de grupos humanitários e do próprio governo federal.
A ação foi possível graças a um remanejamento de verba dentro da própria ONU, com deslocamento de fundos do Unicef, a agência das Nações Unidas para infância, e também por doações recebidas da iniciativa privada.
A OIM voltou a atuar no ponto mais sensível de suas atividades no país, a Operação Acolhida, montada em Roraima para acolher os imigrantes da Venezuela que chegam todos os dias. A agência retomou as ações nos abrigos, na documentação e regularização migratória e na ajuda do processo de interiorização dos imigrantes.
"Estamos mantendo todos os esforços possíveis para seguir com a nossa missão de proteger as pessoas em movimento e promover uma migração humanizada, ordenada e digna que beneficie os migrantes e a sociedade de acolhida", disse a OIM em comunicado ao governo Lula (PT).
Brasília estava especialmente preocupada devido ao processo de documentação dos imigrantes que chegam à cidade de Pacaraima, na fronteira com a Venezuela.
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