Japão, mais uma vez, quer mostrar que está na vanguarda tecnológica. Se em 1964, na Olimpíada também realizada no país, foram utilizadas pela primeira vez na história varas de fibra de vidro mais leves e flexíveis no salto e relógios de quartzo para marcar os tempos das provas, agora os Jogos Tóquio prometem apresentar ao mundo o que há de mais inovador principalmente em relação à captação de resultados.
O objetivo é que esta Olimpíada marque o início de uma nova era na medição de dados em tempo real e monitoramento de desempenho dos melhores atletas do mundo.
Agora, a empresa Omega exibirá em Tóquio um cronômetro com microcristal embutido, que permite registrar até 1 milionésimo de segundo e variação máxima de apenas um segundo a cada dez milhões de segundos.
A inovação, na verdade, tem início antes mesmo de os atletas começarem a correr. Como o som viaja mais devagar do que a luz e, por vezes, atletas nas raias mais distantes ouviam a largada depois que os outros competidores, as pistolas tradicionais que marcam o início das provas foram aposentadas.
Em Tóquio, serão utilizadas pistolas de partida eletrônica. O que isso significa? Que a pistola é conectada a altofalantes instalados atrás de cada competidor.
Quando o gatilho é acionado, um som sai neste alto-falante individual e um flash de luz é emitido ao pulso inicial do cronômetro.
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