A durabilidade do sono dos adultos pode afetar a saúde como um todo e o funcionamento do cérebro, revela um novo estudo divulgado na revista científica JAMA Neurology e citado pela CNN.
De acordo com a pesquisa, a interrupção do sono em indivíduos de idade avançada é comum e muitas vezes está associada a alterações da função cognitiva. Estas modificações no sono estão igualmente relacionadas com a idade e ao aparecimento de doenças como demência, Alzheimer, depressão e patologias cardiovasculares.
Segundo os investigadores, dormir poucas ou muitas horas pode prejudicar a saúde neurológica dos adultos. Sendo que o padrão de sono desses indivíduos foi comparado a outros participantes que relataram dormir entre sete a oito horas por noite - o tempo ideal de repouso. Entretanto, dormir horas consideradas excessivas também foi associado a menos funções executivas, porém sem serem registados níveis elevados de beta-amiloide.
O estudo destaca que os participantes que disseram dormir mais – de nove a mais horas – tiveram uma pontuação pior no Teste de Substituição de Símbolos de Dígitos, comparativamente aos indivíduos que reportaram uma duração normal do sono.