Em meio a níveis recordes de inadimplência e de comprometimento de renda no Brasil, o Nubank conseguiu reduzir o risco de sua carteira, mesmo aumentando os empréstimos.
A estratégia surpreendeu positivamente o mercado e levou as açoes do banco a dispararem neste fim de semana. Na Bolsa de Nova York, onde o banco é listado, o papel subiu 9,33%, para US$ 15,23.
Na véspera, a instituição anunciou lucro recorde de US$ 1,061 bilhão (R$ 5,5 bilhões, na cotação do fim de junho) no segundo trimestre deste ano. O resultado é 49% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, e 17% maior do que nos três primeiros meses de 2026. Analistas consultados pela Bloomberg estimavam um lucro de US$ 991 milhões.
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