Monday, 08 de June de 2026
21/04/2025   11:00h - Política Internacional

Novas 10 mil páginas sobre assassinato de Robert Kennedy são divulgadas

De acordo com um comunicado do Serviço Nacional de Informações, cerca de dez mil páginas foram publicadas hoje no site do Arquivo Nacional dos Estados Unidos, mas muitas outras — cerca de 50 mil, descobertas em depósitos da CIA e do FBI — ainda aguardam digitalização.

 

Pouco depois de tomar posse para o segundo mandato na Casa Branca, em 20 de janeiro, Donald Trump assinou uma ordem executiva determinando a desclassificação dos arquivos relacionados ao assassinato do ex-presidente John F. Kennedy (JFK), em 1963, que já foram divulgados, assim como os do irmão dele, "Bobby", e do ativista dos direitos civis Martin Luther King Jr., ambos assassinados em 1968.

 

Robert F. Kennedy, também ex-senador e pai do atual e controverso secretário de Saúde do governo Trump, foi assassinado no Ambassador Hotel, em Los Angeles, no dia 5 de junho de 1968, pouco depois de vencer as primárias democratas na Califórnia.

 

Os arquivos incluem notas escritas à mão pelo atirador, o palestino Sirhan Bishara Sirhan, condenado por homicídio em primeiro grau e atualmente cumprindo pena de prisão perpétua.

 

Ao contrário dos arquivos de John F. Kennedy, os documentos sobre seu irmão e sobre Martin Luther King "não foram digitalizados e estavam acumulando poeira em instalações do governo federal há décadas", informa o comunicado. O atual presidente dos Estados Unidos defende, em nome da transparência, a divulgação de documentos relacionados a assassinatos e investigações de alto nível.

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