Macaé Evaristo, recém-nomeada Ministra dos Direitos Humanos e Cidadania, enfrenta um processo por improbidade administrativa que tramita na Justiça de Minas Gerais desde 2016.
A ação remonta ao período em que Evaristo era secretária municipal de Educação de Belo Horizonte, em 2011, quando é acusada de superfaturar a compra de kits de uniformes escolares, resultando em um prejuízo de R$ 3,15 milhões aos cofres públicos, valor que hoje equivale a R$ 6,49 milhões.
A denúncia, apresentada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), alega que os kits foram adquiridos a preços acima do mercado, de uma empresa que estava impedida de participar de licitações. Em nota oficial, Macaé Evaristo afirmou estar tranquila e negou qualquer envolvimento em irregularidades.
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