O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, intensificou a pressão sobre o parlamento para aprovar "muito rapidamente" a nova lei contra o fascismo, o neofascismo e os crimes de ódio, que visa punir aqueles que promovem "atos de violência" no país.
Durante um discurso, Maduro criticou duramente a oposição, referindo-se a ela como "um povo malévolo e fascista". "Percebem o que é o fascismo? É o ódio, a intolerância, transformados em violência", declarou o presidente ao final de uma manifestação de seus apoiadores e funcionários do Estado, organizada em defesa dos resultados oficiais das eleições presidenciais de 28 de julho.
A oposição, por sua vez, contesta o resultado oficial e afirma que, com base em documentos eleitorais obtidos por seus representantes nas mesas de votação, Edmundo González Urrutia teria obtido 67% dos votos. A divergência nos resultados alimenta a crescente tensão no país, já marcado por profundas divisões políticas.
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