A Justiça de São Paulo decidiu a favor da Netflix e rejeitou a ação movida pelo bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, e por Renato Cardoso. Eles pediam a retirada, ou a edição, de um documentário da plataforma que exibe imagens relacionadas ao líder religioso.
Na decisão, o Judiciário entendeu que não houve violação de direitos que justificasse a censura do conteúdo audiovisual. A corte destacou a prevalência da liberdade de expressão e de informação, especialmente em obras de caráter jornalístico e documental, afastando o pedido dos autores da ação.
Com isso, o documentário segue disponível no catálogo da Netflix. A decisão reforça o entendimento da Justiça paulista sobre a proteção à liberdade de imprensa e à produção de conteúdos informativos, mesmo quando envolvem figuras públicas e temas sensíveis.
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