A reunião do executivo com responsáveis das Forças Armadas, do serviço de segurança interna Shin Bet e da polícia surge numa altura em que surgiram novas alegações de ataques do exército israelita e de colonos israelitas a atirarem pedras contra veículos palestinianos que passavam na aldeia cisjordana de Huwara.
O autarca de Huwara, Jihad Ouda, afirmou que o arremesso de pedras foi rapidamente seguido de um grande incêndio num ferro-velho próximo. As chamas iluminaram o céu ao anoitecer e lançaram enormes colunas de fumo no ar, segundo imagens e vídeos divulgados nas redes sociais. O exército indicou ter recebido relatos de que israelitas atearam o fogo e que a polícia está a investigar. Na reunião foi discutida a recente escalada de violência e propostas para a travar, segundo um responsável israelita que falou sob anonimato, que adiantou, contudo, que entre as propostas apresentadas está uma que obriga os colonos violentos a frequentarem programas educativos.
O gabinete do primeiro-ministro não comentou ainda os resultados da reunião, que terminou antes de uma informação divulgada pela agência oficial de notícias palestiniana Wafa que adiantou que vários palestinianos ficaram hoje feridos durante operações do Exército israelita em vários pontos da Cisjordânia, onde também foi detido um jornalista, sem que tenha sido divulgado o motivo.
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