O varejo brasileiro deve movimentar R$ 69,75 bilhões durante o Natal de 2024, um crescimento real de 1,3% em relação ao ano anterior, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Apesar do aumento, o setor ainda não alcança os níveis pré-pandemia, quando registrou R$ 73,74 bilhões em 2019.
Super e hipermercados devem liderar as vendas, representando 45% do total, seguidos por lojas de vestuário e acessórios (28,8%) e artigos de uso pessoal e doméstico (11,7%). A desvalorização cambial, entretanto, pressiona os preços de produtos natalinos, com alta média de 5,8% no IPCA-15. Entre os itens mais afetados estão alimentos (8,3%) e produtos para a pele (9,5%), enquanto bicicletas (-6,2%) e brinquedos (-3,5%) devem ficar mais acessíveis.
São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul concentrarão 55,5% do faturamento, sendo São Paulo responsável por R$ 20,96 bilhões. Estados como Paraná e Bahia lideram no crescimento das vendas, com avanços de 5,1% e 3,6%, respectivamente.
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