A Assembleia Geral das Nações Unidas adotou, de forma unânime, na última quinta-feira (21), a primeira resolução global sobre inteligência artificial (IA) para encorajar países a garantirem direitos humanos, protegerem dados pessoais e monitorarem a IA para riscos.
A resolução não vinculativa, proposta pelos EUA e copatrocinada pela China e outras 122 nações, levou 3 meses para ser negociada e defende o fortalecimento de políticas privadas, conforme altos oficiais administrativos dos EUA.
“Hoje, todos os 193 membros da Assembleia Geral das Nações Unidas falaram em uma única voz, e juntos, escolheram governar a inteligência artificial ao invés de deixá-la nos governar”, disse a embaixadora das Nações Unidas nos EUA, Linda Thomas-Greenfield.
A resolução é a mais recente em uma série de iniciativas realizadas por governos em todo o mundo, para dar forma ao desenvolvimento da IA em meio a temores de que ela possa ser usada para interromper processos democráticos, turboalimentar fraude ou levar a dramáticas perdas de empregos, entre outros danos.
Com informações do portalmie.com
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