O presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu a 80ª Assembleia Geral da ONU, nesta terça-feira (23/9), em Nova York, reafirmando a defesa do multilateralismo internacional contra as medidas unilaterais e destacando, novamente, que a comunidade internacional deve voltar seus maiores e principais esforços para promover o fim das desigualdades sociais que assolam a sociedade humana.
Segundo Lula, a pobreza é tão inimiga da democracia e da paz quanto os extremismos políticos. O presidente brasileiro também criticou as desigualdades sociais no mercado de trabalho, e citou explicitamente as diferenças salariais entre homens e mulheres.
Lula citou o combate à fome, mais cruel evidência das desigualdades sociais, como principal luta que a comunidade internacional deve empreender.
A única guerra de que todos podem sair vencedores é a que travamos contra a fome e a pobreza", disse Lula
O líder brasileiro não deixou de discursar sobre os ataques do governo de Donald Trump - sem citar o líder estadunidense - ao sistemas político e judiciário do Brasil. Lula voltou a defender a autonomia do Supremo Tribunal Federal no julgamento dos recentes crimes contra a democracia e o Estado Democrático de Direito.
Lula pregou também o fortalecimento da própria ONU, voltando a defender a participação de mais países com direito a voto nas grandes decisões internacionais.
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