O Museu Nacional, no Rio de Janeiro, reabriu ao público ontem (02) para uma exposição temporária sete anos após o incêndio de 2018, que destruiu peças históricas e boa parte da estrutura do prédio. Será a primeira reabertura desde o episódio causado por falhas no circuito elétrico.
A reabertura é parcial, e a exposição terá dois meses de duração. Três ambientes ficarão abertos ao público, incluindo o salão de entrada.
"Toda a população brasileira acompanhou o incêndio e tem sido um processo de restauração. Este é um espaço educacional, científico, que vai gerar oportunidade aos brasileiros e à população do Rio de Janeiro", afirmou o ministro Camilo Santana (Educação), que visitou a exposição temporária.
As principais peças da exposição "Entre Gigantes" serão o meteorito Bendegó, o maior já encontrado no Brasil, com mais de cinco toneladas, que por sua natureza química sobreviveu ao incêndio, e o esqueleto de uma baleia cachalote, com 15,7 metros de comprimento, que vai ficar suspenso na nova claraboia do edifício.
O esqueleto da cachalote é parte do novo acervo que o museu tenta construir, com doações de entidades públicas e privadas. O museu, fundado em 1818, abrigava 20 milhões de itens no acervo, incluindo coleções de insetos, botânica e arqueologia e antropologia.
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