Quem visitar o Museu do Amanhã, na Praça Mauá, região portuária do Rio, poderá fazer uma viagem ao maior bioma tropical do mundo com a exposição temporária Fruturos - Tempos Amazônicos, em sete áreas, apresentando a biodiversidade em toda a sua extensão e o conhecimento presente na região.
A mostra propõe novas descobertas na relação entre a floresta e o clima, mas chama atenção para a urgência da sua conservação.
O passeio começa em um cenário com silhuetas de árvores inundadas pelas cheias. No teto, vê-se uma sucuri e um pirarucu, enquanto sons de seres aquáticos envolvem o visitante no ambiente amazônico.
Também no começo da exposição, a atenção do visitante-viajante vai ser atraída por uma folha real de coccoloba, árvore regional, de cerca de 1,60 metro (m), uma das maiores folhas do mundo.
Na sequência, o contato é com vários objetos usados por povos indígenas.
Nas paredes, placas indicam a quantidade de idiomas falados na Amazônia. Como a exposição tem uma série de experiências interativas, ali o viajante vai poder ouvir o som de instrumentos indígenas ao se aproximar de cada um, entre eles um tambor e uma flauta.
Segundo o curador da exposição e diretor de de Conhecimento e Criação do Museu do Amanhã, Leonardo Menezes, a mostra começou a ser trabalhada em 2017, quando tiveram início as viagens à região para retratar as diferentes dimensões atuais da Amazônia e quais são os cenários que se abrem para o futuro.