Em um caso que chocou a opinião pública e gerou manchetes em todo o país, uma mulher foi presa após levar um idoso morto a uma agência bancária na tentativa de realizar um empréstimo. Agora, no centro das atenções judiciais e midiáticas, ela alega inocência e sua defesa apresentou um pedido de habeas corpus.
Érica de Souza Vieira Nunes, a mulher no epicentro deste caso perturbador, foi detida sob acusações de tentativa de furto mediante fraude e vilipêndio de cadáver. A defesa argumenta que o idoso, Paulo Roberto Braga, de 68 anos, estava vivo ao chegar ao banco e que Érica, sua sobrinha e cuidadora, não tinha intenção de cometer qualquer crime.
A advogada de Érica, Ana Carla de Souza Correa, sustenta que sua cliente estava sob forte emoção e efeito de medicamentos no momento do incidente. Além disso, a defesa enfatiza que Érica é uma pessoa de bons antecedentes, com uma filha de 14 anos que depende de seus cuidados especiais.
O pedido de habeas corpus, que busca a liberação de Érica durante as investigações, destaca que a prisão preventiva não seria justa, considerando que ela sempre foi descrita como honesta e trabalhadora. A defesa também menciona testemunhas que corroborariam a versão de que o idoso chegou vivo ao banco.
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