Em resposta às denúncias de moradores do município de Jutaí, no interior do Amazonas, que relataram supostas fraudes e irregularidades no processo eleitoral deste ano, incluindo práticas de curral eleitoral em áreas específicas, o Ministério Público Eleitoral (MPE), por meio da 41ª Zona Eleitoral, não encontrou indícios de crimes eleitorais ou captação ilícita de votos. As diligências tiveram apoio das Polícias Civil e Militar para averiguar os locais indicados.
Durante a votação do 1º turno, em 6 de outubro, o Ministério Público acompanhou todas as seções eleitorais para garantir a regularidade do pleito. A Justiça Eleitoral então adotou a medida de votação manual, conforme a Resolução TSE nº 23.736/2024, sob a supervisão do promotor eleitoral Matheus de Oliveira Santana, do juiz eleitoral e com a presença de representantes partidários, assegurando a transparência do processo.
Além disso, o procedimento de lacração das urnas foi acompanhado pelo Ministério Público Eleitoral, garantindo o cumprimento das normas eleitorais. Embora a falha técnica tenha causado um atraso na votação, todos os eleitores conseguiram exercer seu direito ao voto. A apuração foi realizada na junta eleitoral do Cartório Eleitoral, também sob a supervisão das autoridades e representantes partidários. Embora as suspeitas iniciais tenham motivado a atuação do MP Eleitoral, o órgão confirmou que todas as etapas da eleição em Jutaí ocorreram conforme as regras vigentes, sem qualquer evidência de fraude ou compra de votos.
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