Iniciativa que propõe o desenvolvimento de uma plataforma baseada em inteligência artificial e ciência de dados para o monitoramento e combate a organizações criminosas no estado, o projeto Arumã, do Centro de Apoio Operacional de Inteligência e Combate ao Crime Organizado (Caocrimo-Gaeco) do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), foi apresentado à Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) em reunião realizada nesta semana.
A proposta foi apresentada pela procuradora-geral de Justiça (PGJ), Leda Mara Nascimento Albuquerque, acompanhada do subprocurador-geral para Assuntos Administrativos, André Virgílio Belota Seffair, e do coordenador do Caocrimo-Gaeco, promotor de Justiça Leonardo Tupinambá do Valle, ao superintendente da Suframa, Bosco Saraiva.
De acordo com a PGJ, o projeto visa fortalecer a capacidade investigativa do MP com o uso de tecnologias avançadas. Entre as funcionalidades previstas estão a criação de uma plataforma integrada de análise de dados, inteligência financeira e georreferenciamento, que formarão uma base unificada para o cruzamento de informações relevantes à atuação ministerial.
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