Motoristas de aplicativo de Manaus levantaram suas vozes e aceleraram seus motores em um protesto matinal nesta terça-feira (26). O motivo? A remuneração básica de R$ 32,10 por hora, prevista em um projeto de lei que busca regulamentar a categoria em todo o país. O cenário da manifestação foi a frente da Assembleia Legislativa do Amazonas, onde os motoristas se reuniram, empunhando suas reivindicações e bloqueando o trânsito em ambos os sentidos da Avenida Mário Ypiranga, na Zona Centro-Sul.
Mas o que exatamente eles estão exigindo? Bem, os organizadores do protesto afirmam que o valor proposto no projeto de lei complementar 12/2024 não é suficiente. Eles buscam uma remuneração mais justa por hora trabalhada. A mobilização não se limitou a Manaus; outras cidades do país também se uniram ao coro.
O trio elétrico, com suas caixas de som pulsantes, e as centenas de motocicletas posicionadas estrategicamente em frente ao prédio da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) criaram um cenário de urgência. Os parlamentares, no entanto, não compareceram para ouvir as demandas dos manifestantes.
A Polícia Militar estava presente para garantir a segurança durante o protesto autorizado por meio de um ofício. Mais de três horas de vozes unidas, buzinas e cartazes, e então, por volta das 11h30, os motores silenciaram e os motoristas encerraram a mobilização. Vinte minutos depois, o trânsito voltou a fluir normalmente na região da Assembleia Legislativa.
Nesse embate entre volantes e legislação, a busca por uma remuneração justa continua, ecoando pelas ruas de Manaus e além.
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