Alexandre de Moraes revogou a prisão domiciliar de Iraci Nagoshi e Vildete Guardia após mais de mil violações monitoradas por tornozeleiras eletrônicas.
Iraci violou as regras mais de 900 vezes, enquanto Vildete violou em 20 ocasiões; ambas retornaram ao regime fechado por decisão do STF. Iraci já havia sido alertada pelo STF, duas vezes, de que poderia perder a prisão domiciliar se continuasse saindo de casa sem autorização. Os alertas ocorreram em janeiro deste ano e outubro de 2024.
Nas duas ocasiões, o advogado da idosa informou ao STF que os descumprimentos se deviam a sessões com psicólogos e fisioterapeutas.Defesa afirmou que as violações foram devido a problemas técnicos, mas laudo médico e decisão judicial consideraram as justificativas insuficientes.
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