O ministro da saúde, Marcelo Queiroga reconhece que não tem “carta branca” do presidente Jair Bolsonaro, no depoimento desta terça-feira (8), na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) . “Se não estiver satisfeito c
com o meu trabalho, o presidente me exonera. Ele me deu autonomia, mas não significa uma carta branca para fazer tudo que quero. O regime é presidencialista".
"Desconheço essa atuação em paralelo", disse Queiroga diante da lista de membros do suposto "gabinete paralelo" que aconselha Bolsonaro. O ministro afirmou conhecer Nise Yamaguchi, Carlos Bolsonaro, Carlos Wizard e Osmar Terra.
Em outro momento, o ministro afirmou que já trabalha com a possibilidade de vacinação regular da população. Para 2022 deverão ser ofertadas vacinas da Pfizer, Moderna, Astrazeneca e, espera-se também, a ButanVac.
Com informações da Agência Senado.