Em um momento de forte simbolismo e emoção, o primeiro-ministro da Nova Zelândia, Christopher Luxon, fez ontem (12) um “pedido de desculpas formal e incondicional” pelos abusos, torturas e abandono sofridos por centenas de milhares de crianças e adultos vulneráveis sob tutela do Estado.
A declaração foi feita em uma sessão do Parlamento, em Wellington, onde cerca de 200 sobreviventes e familiares das vítimas acompanharam o discurso da galeria pública.
"Foi horrível. Foi de partir o coração. Foi errado. E nunca deveria ter acontecido", afirmou Luxon, demonstrando consternação com os relatos de violência institucional. Em nome do governo atual e de administrações passadas, ele se dirigiu diretamente aos sobreviventes: “Peço desculpas a todos que sofreram abusos, danos e negligência enquanto estavam sob cuidado do Estado”.
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