O Ministério do Meio Ambiente deve ter no ano que vem uma expansão de 1,5% em suas despesas discricionárias, que incluem custeio de ações cotidianas e investimentos, segundo a proposta de Orçamento de 2024 enviada na última quinta-feira (31).
Apesar do aumento nominal no volume de recursos, a variação não é suficiente para repor a inflação, que deve encerrar 2023 em alta de 4,85% pelas estimativas mais recentes do governo federal.
Além disso, algumas ações tiveram cortes, como fiscalização, combate a incêndios florestais e o programa Bolsa Verde, cuja verba total foi reduzida em R$ 45 milhões.
A pasta afirma, porém, que a diminuição dos recursos não afetará o andamento do programa. "Não há perdas para o órgão ou prejuízos para a execução do Bolsa Verde: o número de famílias elegíveis e já atendidas pelo programa foi mantido, assim como a garantia de que o total de beneficiários será ampliado para 100 mil famílias nos próximos anos", afirma o ministério.
Copyright © 2021-2026. Onjornal - Todos os direitos reservados.