A eleição presidencial dos EUA neste ano está recheada de ineditismos. É a primeira vez que uma mulher negra e com ascendência asiática concorre à Casa Branca em um dos dois grandes partidos americanos. É também a disputa com o candidato mais velho da história do país — Donald Trump, que lidera a chapa do Partido Republicano, tem 78 anos.
Até aqui, as pesquisas eleitorais mostram um cenário incerto e não há um favoritismo claro entre os dois. Mas se a candidata democrata vencer, então haveria a quebra de mais um punhado de paradigmas. O mais evidente deles é que Kamala Harris se tornaria a primeira presidente mulher da história dos EUA. Ela levaria para a Casa Branca seu marido, Doug Emhoff, que se ocuparia o inédito cargo de primeiro-cavalheiro — o equivalente masculino de primeira-dama — desde a independência dos EUA, há 248 anos.
Na terça-feira (21), Emhoff discursou durante a Convenção Nacional do Partido Democrata, onde apresentou a história de como ele conheceu a atual vice-presidente e revelou características de sua personalidade.
“A empatia é a força dela”, disse o segundo-cavalheiro. “E agora que o país precisa dela, ela está mostrando a vocês aquilo que a gente já sabe. Ela está pronta para liderar”.
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