A América do Sul quebrou vários recordes em 2024: o Chile teve o incêndio florestal mais mortal do mundo em pelo menos um século; na Bolívia, as chamas devoraram proporções do país nunca antes vistas, e na Venezuela e no Brasil houve secas mais longas do que o normal.
No mesmo ano, mais de 79 milhões de hectares (790 mil km²) foram queimados na região, o maior dano em pelo menos uma década, deixando centenas de mortos e milhares de casas afetadas.
Estações secas mais longas, incêndios descontrolados e nuvens de fumaça visíveis do espaço, são fenômenos cada vez mais comuns em grande parte da América do Sul, alertam especialistas. O mais surpreendente do ano passado foi que alguns incêndios florestais se espalharam por distâncias sem precedentes, chegando até mesmo aos centros urbanos.
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