O presidente francês, Emmanuel Macron, ameaçou o Irã com "medidas de retaliação" pela situação de dois franceses encarcerados em Teerã, que enfrentam a pena de morte após serem acusados de espionar para Israel.
Os países ocidentais acusaram o Irã de ter seus cidadãos como "reféns" sob acusações inventadas como parte de uma política para usá-los como moeda de troca e obter concessões em negociações bilaterais. "A resposta não demorará", advertiu Macron durante uma visita a Roquefort-sur-Soulzon, no sul da França, e anunciou sua intenção de conversar em breve com seu par iraniano Masoud Pezeshkian.
Cécile Kohler, de 40 anos, e Jacques Paris, seu parceiro de 72 anos, foram presos em 7 de maio de 2022, no último dia de uma viagem turística ao Irã. Desde então, estão na prisão. Ambos foram acusados de "espionagem" para o Mossad, o serviço de inteligência exterior israelense, "conspiração para derrubar o regime" e "corrupção em terra", informou nesta quarta-feira à AFP sua família e fontes diplomáticas.
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