O compromisso das pessoas, empresas e governos no enfrentamento às mudanças climáticas voltou a ser debatido no 2º Balanço Ético Global (BEG), realizado com pessoas da América do Sul, Central e Caribe, em Bogotá, na Colômbia.
Conduzida pela ex-presidente da República do Chile, Michelle Bachelet, com a participação de 30 lideranças de diferentes setores e realidades diversas, a atividade trouxe reflexões sobre o que é necessário avançar e o que não pode mais continuar para que o planeta não ultrapasse 1.5?C acima da temperatura do período pré-industrial. Segundo a colíder do BEG, Michelle Bachelet, o trabalho foi enriquecedor para orientar tomadores de decisões sobre as ações climáticas. Para a ex-presidente chilena não se pode continuar falando apenas de componentes econômicos, financeiros, técnicos e científicos.
“São temas indispensáveis, mas não suficientes. É importante mostrar e entender porque os componentes éticos são tão fundamentais. Porque afetam sempre os mais pobres, os mais vulneráveis de toda a sociedade, que são, além disso, os que menos contribuíram com a situação climática que temos hoje”, diz.
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