O 4º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha da Produção, realizado ontem (7), terminou com sete dos 13 blocos do pré-sal arrematados. O governo federal deve arrecadar R$ 530 milhões em bônus de assinatura, enquanto as empresas vencedoras se comprometeram com investimentos mínimos de R$ 778,4 milhões nas áreas concedidas.
Organizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o leilão teve 19 empresas habilitadas, mas apenas seis apresentaram propostas. Petrobras e Prio ficaram com dois blocos cada, enquanto a norueguesa Equinor também arrematou duas áreas, uma delas em parceria com a portuguesa Galp. As chinesas CNOOC e Sinopec venceram o bloco Jade.
Com o resultado, a área exploratória sob o regime de partilha aumenta 58%, chegando a 39,2 mil quilômetros quadrados. Os blocos ficam nas bacias de Santos e Campos e foram arrematados com ágio entre 8% e 494,64%. Os contratos estão previstos para serem assinados em 26 de fevereiro de 2027.
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