Está em tramitação na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), o Projeto de Lei nº 131/2024 de autoria do deputado Cristiano D'Angelo (MDB) que estabelece a necessidade de disponibilizar a Atomoxetina, primeiro medicamento não-estimulante para o tratamento do TDHA, na rede pública de saúde do Estado.
A Atomoxetina, segundo explicam os especialistas, tem função diferente dos psicoestimulantes. É um inibidor seletivo da recaptação de noradrenalina (ISRN) e, ao invés de aumentar os níveis de dopamina e norepinefrina no cérebro, como os psicoestimulantes, aumenta, predominantemente, os níveis de norepinefrina. Dessa forma, é possível aprimorar a capacidade de atenção e de controle impulsivo.
"O número de casos de TDAH é bastante elevado no Brasil. Aumentar a acessibilidade dos pacientes ao medicamento é um avanço. A Atomoxetina é uma opção de tratamento de longa duração, ou seja, uma única dose diária pode proporcionar benefícios ao longo do dia, sem a necessidade de várias doses", justifica o deputado, autor do projeto.
Fonte: Ascom Aleam
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