Na última sexta-feira (15), Lee era um furacão de categoria 1, de acordo com o Centro Nacional de Furacões. Mas na madrugada desse sábado se tornou um ciclone pós-tropical.
“Espera-se que Lee esteja com a força de um furacão ou abaixo dela quando chegar à Nova Escócia ainda hoje. Prevê-se que Lee enfraqueça esta noite e domingo à medida que atravessa o Atlântico Canadá”, disse o Centro Nacional de Furacões em um comunicado às 5h desse sábado (16).
Os impactos mais significativos que Lee pode causar aos Estados Unidos são inundações costeiras e ventos com força de tempestade tropical, com estados de emergência declarados na costa da Nova Inglaterra, particularmente no Maine e Massachusetts.
O Presidente Biden autorizou o Departamento de Segurança Interna e a Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA) a tomar medidas para coordenar a assistência para socorro em catástrofes e as operações de emergência necessárias.
Um alerta de furacão está em vigor na costa sul das províncias canadenses de New Brunswick e Nova Escócia. Às 5h desse sábado, Lee estava a cerca de 350 quilômetros ao sul-sudeste de Eastport, Maine, com ventos máximos sustentados de 80 mph, segundo o centro de furacões. Lee estava a 365 quilômetros ao sul-sudoeste de Halifax, na Nova Escócia. Não se espera que Lee pouse nos Estados Unidos.
No entanto, foi registrada a centenas de quilômetros da costa leste dos EUA, uma tempestade tropical que atingiu as costas de Massachusetts e da Nova Escócia na manhã desse sábado, com impactos semelhantes ao Maine.
O Centro Nacional de Furacões continuará rastreando Lee e emitirão alertas conforme as informações detectadas.
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