Após a bem-sucedida conclusão de sua reestruturação financeira e saída do Chapter 11 da Lei de Falências dos EUA, o Latam Airlines Group, sediado no Chile, emergiu como um grupo mais eficiente, contando com uma frota modernizada e uma posição financeira fortalecida, com mais de US$ 2,2 bilhões em liquidez e uma redução de US$ 3,6 bilhões ou 35% em sua dívida.
Apesar desses progressos, desafios persistem para a companhia aérea. Acionistas minoritários que possuem American Depositary Receipts (ADRs*) estão expressando preocupações sobre o fechamento do programa de ADRs da empresa. Eles solicitaram à autoridade reguladora do mercado financeiro chileno (CMF) uma investigação sobre o assunto, temendo perdas substanciais devido à situação, de acordo com informações do jornal La Tercera.
Devido à entrada da Latam no Chapter 11 em 26 de maio de 2020, a empresa retirou seu programa de ADR da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). Atualmente, os ADRs da Latam são negociados apenas no mercado de balcão com o código "LTMAY", na proporção de 1 para 1 entre um ADR e ações ordinárias. Embora a Latam tenha expressado a intenção de se relistar na NYSE no futuro, esse processo não é esperado para o curto prazo. A decisão tem gerado preocupações entre os acionistas minoritários quanto à potencial desvalorização de seus ativos.
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