Israel libertou 200 prisioneiros palestinos como parte de um acordo de cessar-fogo com o Hamas nesse último final de semana, que também libertou quatro reféns israelenses. No entanto, Israel acusou o Hamas de violar o acordo ao libertar soldados antes dos civis, como estava inicialmente estipulado. Além disso, Israel condicionou a liberação à não permissão de retorno de civis palestinos ao norte de Gaza.
Os prisioneiros foram libertados de instalações em Israel, incluindo a Cisjordânia e o sul do país. O governo israelense exigiu provas de vida de uma refém israelense, Arbel Yehud, e reafirmou que o Hamas descumpriu o acordo ao priorizar soldados. Esse movimento faz parte de um acordo mais amplo, no qual o Hamas se comprometeu a libertar 33 reféns em troca de mais de mil prisioneiros palestinos.
As negociações continuam, com a segunda fase do cessar-fogo ainda em discussão. Essa fase pode envolver a libertação de mais reféns, incluindo soldados, e o possível recuo das forças israelenses de Gaza. Na fase final, os corpos dos reféns seriam devolvidos, e um plano de reconstrução para Gaza seria iniciado sob supervisão internacional.
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