O chanceler iraniano, Abbas Araqchi, negou que Teerã tenha alvejado áreas residenciais no Oriente Médio e propôs a criação de um comitê conjunto com países vizinhos para investigar os recentes ataques na região. A iniciativa surge após nações do Golfo denunciarem danos em infraestruturas de energia e bairros civis, resultado da retaliação iraniana contra bases dos Estados Unidos e interesses de Israel.
O conflito escalou drasticamente desde 28 de fevereiro, após uma operação coordenada entre EUA e Israel que resultou na morte do líder supremo Ali Khamenei. Sob o novo comando de seu filho, Mojtaba Khamenei, o Irã lançou ofensivas contra diversos países, como Arábia Saudita e Emirados Árabes, alegando mirar apenas alvos militares, enquanto o balanço de mortos civis e militares continua a subir em ambos os lados.
A situação gerou uma crise diplomática e militar que agora se estende ao Líbano, com confrontos diretos entre Israel e o Hezbollah. Enquanto o governo Trump critica a nova sucessão no poder iraniano e pede proteção internacional para rotas marítimas, o Irã afirma estar em diálogo com capitais vizinhas em busca de uma solução que encerre o que já é tecnicamente classificado como uma guerra aberta.
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