Em Minas Gerais, a bela Serra do Cipó enfrenta um inimigo veloz e difícil de controlar: o capim-natal. Originário do sul da África, ele se alastra fortemente por margens de rodovias e em áreas abertas ou degradadas, formando “tapetes” de vegetação seca que ampliam o risco de incêndios.
Os alertas estão num comunicado do Centro de Conhecimento em Biodiversidade (INCT/CNPq/MCTI) e do Programa de Pesquisas Ecológicas de Longa Duração do Campo Rupestre da Serra do Cipó (PELD-CRSC).
Contra o problema, o documento propõe remover e queimar o capim exótico, aplicar agrotóxicos de forma controlada, usar drones e educação ambiental, além de replantar espécies naturais da região. Também ressalta a necessidade de vigiar estradas e outros “corredores de dispersão”, para conter focos iniciais da praga.
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