Um pedido para que o impeachment do presidente Julio Casares seja discutido foi protocolado por conselheiros do São Paulo na última terça-feira. Agora, o processo passa por uma série de etapas até que a destituição do dirigente seja votada pelos sócios do clube.
O primeiro passo já foi dado. O requerimento assinado por 57 conselheiros foi encaminhado para o Conselho Consultivo do São Paulo. Cabe, agora, ao grupo de 19 membros a avaliação se o pedido de fato tem as assinaturas necessárias e está de acordo com as normas do clube para ser levado adiante. Se aprovado pelo Conselho Consultivo, o requerimento volta ao Conselho Deliberativo. Olten Ayres, presidente do órgão, passa a ter 30 dias para levar o pedido de impeachment de Julio Casares à análise e votação entre os conselheiros. Nesta fase do processo, os 255 conselheiros votam para aprovar ou não o pedido de destituição de Casares.
O presidente do São Paulo é afastado preventivamente se dois terços (179 conselheiros) votarem a favor do impeachment, de acordo com o Artigo 112 do Estatuto Social do clube. Caso contrário, o caso é arquivado. Se aprovado pela maioria do Conselho, o pedido de impeachment vai para uma nova fase: a de votação entre os sócios do Tricolor. Com o presidente já afastado preventivamente, os associados votam numa Assembleia Geral a possibilidade de Casares ser definitivamente retirado do cargo.
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