O Ibovespa fechou o primeiro semestre com alta de 7,61%, enquanto o dólar desvalorizou 9,27% ante o real.
O bom desempenho dos ativos domésticos, concentrado sobretudo no segundo trimestre do ano, se deu devido a uma combinação de fatores externos e locais. A perspectiva de início do ciclo de corte de juros no ambiente doméstico foi um dos maiores impulsionadores para a Bolsa.
A conjuntura de um ambiente global favorável, redução do risco fiscal com aprovação do arcabouço, uma inflação desacelerando, revisão para cima de crescimento, com expectativa de queda nos juros, ajudou a nossa Bolsa e moeda destaca a economista chefe da Principal Claritas, Marcela Rocha.
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