Hoje, na Bolsa de Valores brasileira, deve ter tocado o “Tema da Vitória”, aquela mesma vinheta musical que ecoava na televisão sempre que um piloto brasileiro vencia uma prova de Fórmula 1, mais especificamente Ayrton Senna, considerado um dos maiores atletas da modalidade em todos os tempos, ainda hoje, depois que muitos dos seus recordes foram pulverizados por carros mais modernos, pistas mais seguras e tecnologias mais avançadas. O Ibovespa, o mesmo bom e velho Ibovespa, comemorou hoje mais uma máxima histórica, com 141.303,55 pontos – e fechou também no maior patamar de todos os tempos, com alta de 1,35%, aos 140.927,86 pontos, um ganho de 2.054,38 pontos.
Os feitos de hoje superaram a máxima histórica conseguida em 27 de maio de 2025, quando bateu em 140.381,93 pontos, e a máxima de fechamento alcançada em 20 de maio deste ano, quando ficou com 140.109,63 pontos. Ou seja, pela primeira vez na história, o Ibovespa chegou e foi dormir na casa dos 141 mil pontos. Recorde – e o mercado espera por mais.
O real também pode se considerar vitorioso, com nova vitória diante da moeda norte-americana. O dólar comercial caiu 0,29%, a R$ 5,404, na mínima do dia, e a XP revisou sua projeção para o câmbio na linha de chegada em 2025, de R$ 5,80 para R$ 5,50. Até aqui, o dólar foi a maior surpresa do ano. Aliás, a XP também antecipou a parada nos boxes da Selic, com previsão para início de cortes de juros agora para janeiro, de previsão em abril anteriormente. Além disso, hoje, os DIs (juros futuros) não fizeram uma boa sessão e subiram por toda a curva.
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