O Ibovespa opera em queda de 0,46%, indo a 129.647 pontos, com foco no cenário interno. O dólar, por sua vez, sobe 0,74%, a R$ 4,9897. Para Bruno Komura, da Potenza Capital, investidores se preocupam com a questão fiscal no Brasil.
Ainda repercutem os resultados de Vale, publicados ontem. O papel destoa da maioria das ações da Bolsa, subindo 1,59% para R$ 68,29.
A companhia registrou lucro líquido de R$ 39,9 bilhões ano passado, queda de 53,6% ante 2022. Segundo a Vale, o tombo no lucro líquido ocorreu "em função dos menores preços médios realizados e o impacto de perdas cambiais". Houve ainda o impacto negativo de um aumento da provisão para perdas com a Samarco, empresa da qual a Vale era sócia e cuja barragem se rompeu em 2015 em Mariana (MG). "A gente esperava uma provisão muito maior. Por isso, as ações sobem" diz Komura.
O Ibovespa fechou em alta de 0,16%, a 130.240 pontos, seguindo o movimento das bolsas americanas após o otimismo com resultado da Nvidia. O dólar subiu 0,30%, cotado a R$ 4,9530. Nos Estados Unidos, Dow Jones somou 1,18%; S&P 500 ganhou 2,11%; e Nasdaq teve alta de 2,96%.
Na expectativa para divulgação do balanço do 4 trimestre, as ações da Vale fecharam em alta de 1,07%, indo a R$ 67,22. Na contramão, as ações preferenciais de Petrobras ficaram negativas mesmo com a alta do petróleo no exterior. Os papéis fecharam com perda de 0,75%, a R$ 42,19. Para Leandro Petrokas, sócio da Quantzed, a decisão do Carf em manter a cobrança de R$ 9,18 bi em impostos da Petrobras, ainda que caiba recurso, pesou na ação.
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