O Ibovespa ignorou o pessimismo do exterior nesta terça-feira (22) e registrou alta de 0,55%, fechando aos 144.872,79 pontos, avanço de 787,64 pontos. Enquanto isso, o dólar comercial subiu 0,14%, cotado a R$ 5,397, e os DIs seguiram a trajetória de queda ao longo de toda a curva. Em Wall Street, os principais índices fecharam em baixa, pressionados por preocupações com a relação entre EUA e China e pela maior paralisação do governo federal na história americana, que já dura 22 dias.
A atenção global permanece voltada para a questão comercial entre EUA e China, com a Casa Branca considerando restrições à exportação de softwares produzidos nos EUA para a China. A decisão ainda está em análise e pode não ser implementada. No cenário internacional, o presidente Lula chegou à Indonésia, onde há possibilidade de encontro com Donald Trump no próximo domingo, em mais um passo para fortalecer as relações comerciais entre Brasil e parceiros asiáticos.
No Brasil, a temporada de balanços do terceiro trimestre começou animadora. A WEG (WEGE3) abriu os trabalhos com alta no lucro e resultados que agradaram os analistas, valorizando 0,88%. A Vale (VALE3) apresentou dados sólidos de produção, impulsionada pela alta do minério de ferro na China, com ação subindo 1,78%. Outros destaques incluíram IRB (IRBR3), com ganho de 1,03% após avanço anual do lucro líquido, Petrobras (PETR4), beneficiada pelo petróleo internacional e leilão pré-sal, e os bancos, com Itaú (ITUB4) e Banco do Brasil (BBAS3) subindo 0,82% e 0,73%, respectivamente.
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