O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), aplicou uma multa de R$ 2,5 milhões contra a Petrobras devido ao vazamento de 18,44 m³ de fluido de perfuração ocorrido no início de janeiro, a 175 km da costa do Amapá. Segundo o órgão ambiental, a mistura oleosa apresenta risco médio para a saúde humana e o ecossistema marinho, o que motivou o auto de infração.
Em contrapartida, a Petrobras afirma que o material é biodegradável e não tóxico, sustentando que o incidente não gerou danos ao meio ambiente. A companhia confirmou o recebimento da notificação e informou que analisará as providências cabíveis, tendo o prazo de 20 dias para efetuar o pagamento ou apresentar sua defesa administrativa.
Devido ao incidente, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) paralisou as atividades no poço exploratório e impôs novas condições para a retomada da operação. Entre as exigências estão a substituição de selos das juntas de perfuração e a apresentação de evidências técnicas que garantam a segurança da instalação no Navio Sonda 42.
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