Greve em Portugal entra na reta final e pode provocar um dos maiores impactos operacionais do setor de transportes às vésperas do verão europeu. Marcada para esta semana, a paralisação reúne tripulantes de cabine, trabalhadores aeroportuários, ferroviários e funcionários dos transportes públicos, elevando o risco de cancelamentos, atrasos e transtornos para milhares de passageiros que chegam ou partem do país.
À medida que se aproxima a data da mobilização nacional convocada pela central sindical CGTP, cresce a preocupação entre companhias aéreas, operadores turísticos e autoridades aeroportuárias. A expectativa dos sindicatos é de uma adesão expressiva, especialmente entre os profissionais ligados à aviação civil, setor considerado um dos mais vulneráveis aos efeitos da paralisação.
A entidade afirma ainda que os efeitos da greve podem se estender aos dias anteriores e posteriores, devido ao reposicionamento de aeronaves, remanejamento de tripulações e ajustes operacionais das companhias aéreas.
A principal preocupação concentra-se na TAP Air Portugal, responsável por aproximadamente 300 voos diários. Também podem ser afetadas operações da easyJet, Ryanair, Portugália e SATA, sobretudo aquelas que possuem aeronaves e equipes baseadas em aeroportos portugueses. Até o momento, a Ryanair mantém a previsão de operação normal, enquanto outras empresas seguem acompanhando a evolução do movimento sindical.
Copyright © 2021-2026. Onjornal - Todos os direitos reservados.