Com a volta às aulas, os estudantes italianos enfrentam um novo sistema de avaliação focado no comportamento escolar, aprovado pelo Parlamento. A reforma, que reintroduz a nota de conduta, traz punições mais rigorosas para a indisciplina, podendo até reprovar alunos com desempenho insuficiente.
Criada durante o regime fascista de Benito Mussolini, a regra vigorou por décadas em diferentes versões, foi abolida em 2017 e agora retorna com força, especialmente no ensino médio. Alunos com nota de comportamento inferior a 6 poderão repetir o ano, enquanto aqueles que atingirem essa nota mínima deverão participar de atividades de recuperação em educação cívica.
A medida, impulsionada pelo ministro da Educação, Giuseppe Valditara, da ultradireita, visa restaurar a autoridade dos professores e a responsabilidade dos alunos. A reforma tem o apoio da associação nacional de diretores de escola, citando casos graves de violência contra funcionários.
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