Segundo relatos, soldados teriam recebido ordens para atirar contra multidões, usando força letal contra civis desarmados para afastá-los de áreas de ajuda humanitária. As IDF negam ter orientado disparos deliberados contra civis, mas confirmaram que estão revisando as ações de tropas e prometeram “examinar minuciosamente” qualquer violação das leis ou diretrizes militares.
A denúncia surge em meio ao agravamento da crise humanitária em Gaza, onde mais de 56 mil palestinos morreram desde o início da ofensiva israelense, em outubro de 2023. Nas últimas 24 horas, 72 pessoas morreram em ataques israelenses, segundo o Ministério da Saúde local.
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