Nos dois últimos fins de semana, nas noites de sábado para domingo, o centro de Pequim parou para os ensaios da parada militar do 80º aniversário da vitória na chamada Guerra de Resistência, como é lembrado o conflito com o Japão.
O desfile está programado para o próximo dia 3 de setembro, para revista das tropas pelo líder Xi Jinping, com a presença dos presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da Indonésia, Prabowo Subianto, entre outros.
O que mais chamou a atenção, nas diferentes cenas dos ensaios que se espalharam por mídia social, foram os armamentos, inclusive nos céus da capital.
Ontem (20), a poucas quadras do local que vai concentrar autoridades e público na avenida Chang'an, diante da Cidade Proibida, dois generais responsáveis pela cerimônia deram uma entrevista coletiva, confirmando o protagonismo dos equipamentos.
Serão as armas mais recentes, para demonstrar o poderio do Exército Popular de Libertação, como é chamada a reunião das Forças Armadas chinesas. "Muitas delas estarão sendo mostradas pela primeira vez", disse o general Wu Zeke, oficial sênior do Estado-Maior Conjunto da Comissão Militar Central.
"Todas são produzidas na China e estão no serviço ativo", declarou, descrevendo a maioria como de última geração, listando tanques, caças, drones e mísseis, inclusive hipersônicos.
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