A Logos Capital vem apostando em oportunidades que passam longe do radar da maior parte do mercado. Com retorno acumulado próximo de 100% somente em 2024, a gestora direciona seu foco para empresas brasileiras negociadas a preços bastante depreciados na bolsa.
E a estratégia não para por aqui. No exterior, uma parcela relevante do portfólio está alocada em um destino que muitos investidores ainda evitam: a Argentina. Segundo a gestora, embora sejam ativos deixados de lado, as companhias apresentam fundamentos sólidos e gatilhos claros para a liberação de valor. No caso argentino, a recente vitória de Javier Milei nas eleições legislativas reforça a capacidade do governo de acelerar reformas econômicas. Enquanto busca teses ignoradas pelo consenso, a Logos também fortalece sua equipe. Dois novos sócios estão chegando para compor o time de gestão: Gustavo Maziero, ex-Itaú Hunter, e Carlos Calabresi, que atuou no BNP e na Garde.
Criada em 2018 por Luiz Guerra e Ricardo Vieira, após a saída de ambos da Indie Capital, a gestora administra atualmente dois fundos: Logos Total Return e Logos Long Biased. Com as recentes contratações, o patrimônio sob gestão deve se aproximar da marca de R$ 350 milhões.
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