O Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial no Estado do Amazonas (Sindarma) é uma das mais antigas entre as entidades de classe amazonenses. O principal foco de atuação é representar, defender e criar as legítimas propostas que gerem avanços ao transporte aquaviário regional, nacional e internacional. A busca por melhorias na navegação fluvial na Amazônia tem sido o objetivo constante de luta do Sindarma com o apoio das empresas associadas, colaboradores e organizações parceiras.
O atual presidente do Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial do Estado do Amazonas (Sindarma), Galdino Alencar Júnior, foi reeleito por unanimidade esta semana, para um novo mandato à frente da entidade que reúne as principais transportadoras de combustíveis e produtos em geral, via balsas e grandes embarcações do Estado.
Ao ON Jornal, Galdino Alencar Júnior, explicou que o combate à pirataria terá seu total empenho já nos próximos meses. Confira.
ON Jornal – No próximo mandato, você irá focar em ações de combate a pirataria. Como o sindicato já vem atuando para reduzir essas ações criminosas?
Galdino Alencar- Nos últimos anos, por iniciativa das transportadoras e das distribuidoras, implantamos uma série de dispositivos e também a escolta armada nos comboios que reduziram muito o sucesso dos ataques, mas não diminuíram as tentativas que são diárias, colocando em risco o abastecimento nos municípios e principalmente, a segurança de milhares de trabalhadores.
ON Jornal- O que precisa ser feito para que essas tentativas diárias acabem, verdadeiramente?
Galdino Alencar – Nesse meu terceiro mandato, irei priorizar ações voltadas para ampliar a segurança na navegação, dando continuidade junto aos órgãos públicos estaduais e federais do setor, para o combate à pirataria que domina muitos rios da região.
ON Jornal – Já iniciamos o fim da estiagem, mas ainda sim, enfrentamos suas consequências. No geral, quais soluções devem ser criadas contra a forte seca?
Galdino Alencar- Eu defendo que seja desenvolvido um plano de prevenção em conjunto com diversos setores da sociedade, assim como já é feito com as distribuidoras de combustíveis, para evitar que as populações de regiões do Estado sofram risco e a falta de produtos de primeira necessidade, como alimentos.
ON Jornal – Como o Sindarma ajudou a navegação, como ações para minimizar esses impactos?
Galdino Alencar- Existem previsões que esse processo de seca extrema siga até 2027 e precisamos estar mais preparados. No caso dos combustíveis, já estamos fazendo esse trabalho e mesmo com a estiagem, não houve falta do produto para abastecer os veículos e as usinas de energia
Criado em 27 de fevereiro de 1935, o Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial no Estado do Amazonas (Sindarma) foi instituindo inicialmente com a denominação de Syndicato Amazonense de Armadores de Navios. O Sindarma surgiu da necessidade das empresas de navios que transportavam riquezas pelos rios da Amazônia se articularem na defesa do transporte fluvial no Amazonas.
Em 1940, a entidade sindical recebeu nova denominação, mas preservou a sigla Sindarma. Atualmente, com quase 85 anos o Sindarma é o porta-voz dos anseios da categoria nas deliberações com autoridades e instituições.


Copyright © 2021-2026. Onjornal - Todos os direitos reservados.