A Itália está nos preparativos finais para sediar a cúpula do G7, programada para acontecer de 13 a 15 de junho, em Borgo Egnazia, na região sudeste da Puglia. O país planeja expandir a participação para líderes de vários países africanos, além da Argentina, Brasil e Índia. Os tradicionais membros do G7, Estados Unidos, Grã-Bretanha, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão e União Europeia, serão acompanhados por representantes do Egito, Tunísia, Argélia, Quênia e a União Africana.
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, enfatizou que o desenvolvimento da África será um tópico central nas discussões da cúpula, além dos desafios apresentados por Inteligências Artificiais (IAs). Desde que assumiu o cargo em 2022, Meloni tem destacado a África como um ponto-chave de sua política externa, buscando fortalecer os laços econômicos e reduzir a imigração através de parcerias regionais.
Além da África e das IAs, a cúpula do G7 também abordará questões globais urgentes, como a guerra na Ucrânia. Espera-se a presença do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na reunião dos líderes, assim como ocorreu no ano anterior, quando o evento foi sediado no Japão. A expectativa é de que os debates abranjam soluções para os desafios geopolíticos e humanitários em curso, reforçando a importância do diálogo multilateral.
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