O Fundo Amazônia e o Fundo Clima, que haviam perdido força a partir de 2016, voltaram a operar com intensidade no atual governo. Sob coordenação do Ministério do Meio Ambiente e com gestão financeira do BNDES, os dois fundos já destinaram mais de R$ 650 milhões em recursos não reembolsáveis para ações de restauração ecológica em todo o país. Os principais programas beneficiados foram o Floresta Viva, o Restaura Amazônia e o Florestas do Bem-Estar, que contemplam ecossistemas como Amazônia, cerrado, caatinga e pantanal.
As iniciativas têm como foco a recuperação ambiental, aliada à geração de emprego e renda. Apenas o programa Restaura Amazônia lançou nove editais, somando R$ 400 milhões, voltados a terras indígenas, unidades de conservação, assentamentos e áreas públicas. Já o Floresta Viva aprovou R$ 231 milhões para restaurar 15 mil hectares em diferentes biomas. O edital do Florestas do Bem-Estar, por sua vez, prevê a seleção de até dez projetos com investimento total de R$ 23 milhões na Amazônia Legal.
Além dos recursos do Fundo Amazônia, o Novo Fundo Clima também aprovou R$ 395 milhões em crédito para restauração florestal. A diretora socioambiental do banco, Tereza Campello, destaca que a atuação do BNDES vem estruturando cadeias produtivas sustentáveis e gerando oportunidades em comunidades locais.
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