A fumaça provocada pelas queimadas no Amazonas tem prejudicado a navegação e reduzido a procura por passeios turísticos nos rios da região. De acordo com a reportagem, a baixa visibilidade exige atenção redobrada dos condutores de embarcações e provoca preocupação entre visitantes interessados em conhecer os atrativos naturais do estado.
Segundo informações da Associação das Agências de Passagens do Transporte Aquaviário do Amazonas, a procura pelo chamado safári amazônico caiu aproximadamente 50% durante o período de fumaça mais intensa. Passeios para observar botos, visitar comunidades indígenas e acompanhar atividades relacionadas à pesca do pirarucu estão entre as experiências afetadas pelo cenário ambiental.
Apesar das dificuldades, as viagens regulares de barco e lancha entre Manaus, Parintins, Santarém e Belém continuavam sendo realizadas na data da reportagem. Para reduzir os riscos, os responsáveis pelas embarcações precisam redobrar os cuidados em trechos com visibilidade limitada, enquanto o setor turístico acompanha as condições ambientais e seus efeitos sobre a segurança dos passageiros e a economia local.
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